Proposta Pedagógica.

I - DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR

 

1 - IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA

 

a) Entidade Mantenedora:

Escola de Educação Infantil BAMBALALÃO Ltda EPP, C.N.P.J. no 52.359.924/0001-82, com sede a Rua Humaitá, no 35, bairro Vila Aparecida, em Bragança Paulista/SP, registrada sob no 5554 do livro B no Registro Civil das Pessoas Jurídicas da Comarca de Bragança Paulista em 07/10/1986.

 

b) Estabelecimento:

Colégio SANTA BÁRBARA – Educação Básica

UNIDADE I – Rua Humaitá, 35, bairro Vila Aparecida, em Bragança Paulista-SP.

                     Tele/fax: (0XX11) 4034-2494

UNIDADE II – Rua Sete de Setembro, 100, bairro Vila Primavera, em Bragança Paulista-SP.

                       Telefone: (0XX11) 4032-0833

UNIDADE III – Av. Dr.Tancredo de Almeida Neves, 300, bairro Altos de Bragança, em Bragança Paulista-SP. Telefone: (0XX11) 4034-1744

 

· Autorizada por Portaria do D.E. de 19/01/99, Publicada em D.O. de 21/01/99

· Alterada pela Portaria do D.E. de 08/03/99, Publicada em 10/03/99.

· Diretora Geral: Rosana Maria Marchelli Bernardi - Reg. MEC - 14.548/94 - 168.931-LP

· C.I.E. - 165.396

 

2 - CURSOS OFERECIDOS

¨ Educação Infantil - Creche e Pré-Escola

¨ Ensino Fundamental - 1a a 9a séries

¨ Ensino Médio – 1ª. a 3ª séries do Ensino Médio.

 

3 - CARACTERIZAÇÃO

Da Clientela:

A clientela que frequenta a escola, pertence à classe média, sendo que os pais trabalham em diferentes atividades: bancários, autônomos, médicos, dentistas, engenheiros, comerciantes, corretores, professores, etc.

A maioria dos alunos vem à escola de carro acompanhados dos pais. Os demais vêm de perua escolar, de ônibus ou caminhando com um adulto, pais, irmãos ou responsável.

Os alunos residem em bairros próximos, como: Jardim Sevilha, Paineiras, Altos de Bragança, Residencial das Ilhas, Centro, Jardim Santa Rita de Cássia, Jardim Comendador Cardoso, sendo que ainda tem vários alunos que residem em bairros distantes, como: Jardim Anchieta, Maria Augusta, Laranjeiras, Padre Aldo Bolini, Jardim Europa, Euroville, Santa Helena, Lavapés, Matadouro, Água Comprida.

Possuem automóveis, aparelhos de comunicação, muitos conectados na Internet e viajam muito, não só no Brasil, mas também para o exterior.

Consequentemente, possuem pais que exigem e cobram muito da escola.

 

Da Comunidade:

O território de Bragança Paulista está situado na região sudeste do Estado de São Paulo, na Serra da Mantiqueira.

A região em que se situa Bragança, é parte integrante da chamada região cristalina do norte do Estado de São Paulo, fronteira com o Estado de Minas Gerais. O clima dominante é subtropical. A hidrografia é dominada pelos rios Jaguary e Atibaia, parte da grande bacia do Paraná.

O município é em geral montanhoso.

Segundo o relatório “A Previdência Social e a Economia dos Municípios”, de 1999, Bragança Paulista ocupa a 88a posição entre os 100 melhores municípios do Brasil. Com uma renda per capta de 1,82 salários mínimos.

Com aproximadamente 125 mil habitantes, Bragança orgulha-se de possuir uma das maiores Universidades, a USF – Universidade São Francisco, além da FESB – Fundação Municipal de Ensino Superior.

A cidade conta com uma rede hoteleira para atendimento de serviços e turismo, a rede hospitalar presta atendimento regional através de diversos hospitais e clínicas e a comunicação é feita através da imprensa falada, escrita e televisionada, exercendo ampla cobertura regional.

A demanda escolar é atendida por escolas estaduais, municipais e particulares, desde a educação infantil até o ensino superior, que recebem inclusive alunos de outros municípios.

A agricultura, o comércio e a prestação de serviços formam a base da economia bragantina, além das indústrias (lacticínios, frigoríficos, confecções, calçados, artefatos em geral).

A população bragantina é alegre e comunicativa, participando ativamente dos diversos clubes sociais e de serviços, os quais promovem o ano todo festas de lazer ou filantrópicas.

Existe um poder judiciário constituído e a segurança é feita pelas polícias civil e militar.

A cidade de Bragança é arborizada, bem iluminada, asfaltada, com serviços de água e esgoto, tendo recentemente suas praças reformadas com nova jardinagem e rede elétrica ampliada.

O comércio vem crescendo a olhos vistos com a vinda de grandes magazines. Novas indústrias de porte começam novamente a se instalar por aqui.

 

Da Escola:

A estrutura física das unidades é adequada e suficiente ao atendimento de sua demanda escolar tendo ambientes equipados e recursos humanos qualificados para oferecer serviços de qualidade.

Os pais ou responsáveis formam e estrutura externa da escola e desempenham um papel fundamental de apoio às atividades, eventos e reuniões realizadas, colaborando para que a equipe da escola tenha êxito na consecução de seus objetivos.

Para melhorar cada vez mais nossa escola, assumimos o compromisso de:

- fazer da escola um espaço de socialização do saber;

- oferecer um ensino de qualidade com aulas prazerosas para alunos e professores;

- resgatar a dignidade humana, elevando a auto-estima do aluno, formando cidadãos livres e felizes, capazes de ingressar na sociedade;

- trabalhar o tripé escola-família-comunidade, solidificando a participação coletiva através da gestão democrática.

As Unidades I, II e III estão inseridas no município de Bragança Paulista, nos Bairros Vila Aparecida, Vila Primavera e Altos de Bragança, sendo do tipo misto (comercial e residencial).

Possui várias lojas, lanchonetes, escolas estaduais, praças, parques, estabelecimentos comerciais, igrejas, posto de saúde. etc.

Temos a comodidade de ter vários pontos de ônibus próximos à escola, telefones públicos, guarda-noturno.

As Unidades estão sediadas em prédios arejados, totalmente adaptados as necessidades dos alunos, com uma área de 1.110 m(Unidade I), 2.500 m(Unidade II) e 1.200 m(Unidade III) entre salas de aula, pátios, quadra, parque infantil, etc., possuindo um ambiente tranqüilo, livre de ruídos, pois as ruas próximas não tem grande movimento de carros.

As ruas de acesso são largas e as Unidades II e III possuem estacionamento próprio.

A escola utiliza-se do comércio local e dos recursos da comunidade para sua manutenção.

Participa ativamente das atividades sociais, civis e esportivas realizadas na cidade.

 

 

Dos Recursos Materiais e Físicos:

 

- Recursos Materiais:

Recursos Pedagógicos: quadros de gravuras, mapas diversos, cartazes de Biologia e Ciências, gravador, projetor, televisão, vídeo cassete, filmes educativos, instrumentos musicais, equipamentos esportivos, materiais de laboratório de Física, Química e Biologia, projetor de slides, microcomputadores, impressoras, scanner, jogos pedagógicos, brinquedos de parque importados.

 

 

 

- Recursos Físicos:

 

UNIDADE I

UNIDADE II

UNIDADE III

Salas de aula

08

11

07

Sala professores

01

01

01

Diretoria / Secretaria

01

01

01

Biblioteca / TV / Vídeo

01

01

01

Laboratório

-

01

01

Quadra poliesportiva

01

01

-

Sanitário professores

02

03

04

Sanitário feminino infantil

06

-

-

Sanitário feminino

-

10

06

Sanitário masculino infantil

04

-

-

Sanitário masculino

-

06

05

Sanitário masculino (mictório)

01

04

06

Sanitário deficiente

-

-

01

Ateliê

-

01

-

Bebedouros

10

14

04

Refeitório

01

01

01

Pátio coberto

01

01

01

Almoxarifado

01

01

01

Recepção

01

01

01

Copa/cozinha

01

01

01

 

- Recursos Financeiros:

A escola se mantém, única e exclusivamente, dos recebimentos das mensalidades dos pais dos alunos.

Toda manutenção (reforma, ampliação, compra de materiais pedagógicos e equipamentos diversos) é realizada com os recursos da Mantenedora.

 

4 – Relações Humanas

       Todas as relações interpessoais: Professor/Professor, Professor/Aluno, Diretor/Professor/Funcionários/Alunos, Aluno/Aluno, Funcionários/Aluno, Direção/Professores/Pais, se baseiam no respeito mútuo, espírito de solidariedade, bom senso e ética profissional.

Seguimos uma linha democrática, onde todos os problemas são analisados, discutidos e solucionados de uma forma justa e sensata.

 

II - FILOSOFIA DA ESCOLA

A Lei 9.343/1996, que versa sobre as diretrizes e bases da educação nacional propicia mudanças e avanços em muitos de seus dispositivos. Dentre estes dispositivos, remete aos estabelecimentos escolares a elaboração e execução de suas propostas pedagógicas (art.12, I). Destaca também que, doravante, faz parte constitutiva dos deveres dos docentes a participação na elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino (art. 13, I).

Embora a necessidade de elaborar a proposta pedagógica venha se constituindo, nos últimos anos, como um esforço de várias instituições comprometidas com a melhora de qualidade do ensino, ela assume, a partir da nova Lei, um caráter de ação coletiva. A proposta pedagógica permite, ao mesmo tempo, ser ela um eixo de criatividade e de controle das ações empreendidas no interior da escola, possibilitando a construção de uma identidade própria à instituição de ensino, baseada na reflexão e na seriedade – caminho necessário para a conquista da qualidade.

A importância política da proposta pedagógica centra-se na possibilidade de uma maior integração dos componentes curriculares, na maior integração dos docentes entre si e com a comunidade e, conseqüentemente, uma maior aproximação com os objetivos da aprendizagem. Antes, praticamente todas as normas e princípios provinham dos órgãos executivos e normativos externos à escola; no entanto, agora, boa parte das decisões em torno do currículo da escola ficam no âmbito do coletivo dos professores e com eles a responsabilidade do controle da ação pedagógica e de seu ato criativo.

A argumentação precedente batiza nossa decisão no momento em que propomos as diretrizes do Projeto Pedagógico do Colégio SANTA BÁRBARA, no ato de sua criação. Nossa escola, o município onde ela se situa e as famílias de nossos alunos demandam um fazer pedagógico diferenciado, onde tenha lugar o compromisso de formar o homem necessário a o profissional necessário. Formar o homem e o profissional necessário significa estar atento para o desenvolvimento de uma série de competências: cognitivas, afetivas, políticas, éticas e também estética. A proposta de projeto pedagógico de nossa escola é, portanto, uma proposta mais complexa, que vai além dos limites da racionalidade cognitiva e se estende para as dimensões do convívio democrático, baseado no valor da dignidade e da autonomia do sujeito e de sua coletividade.

Atentos às necessidades do presente e projetando-nos para o futuro, consideramos de grande importância explicitarmos, aqui, a nossa compreensão do ato pedagógico, ou seja, do processo de educar como um processo de interação da relação ensino e aprendizagem, que sugere o limite da transmissão de conhecimentos pela dinâmica da sua construção. O ato pedagógico como um processo de construção de conhecimentos não prescinde da informação, da transmissão, da assimilação; estas se fazem necessárias, mas não são suficientes. A ênfase maior será dada na relação que deverá ser estabelecida entre o professor, aluno

e conhecimento quer é, neste sentido, uma relação de sujeito e objeto. Aluno e professor são sujeitos em interação com um determinado objeto do conhecimento.

Partindo do pressuposto de que educação é o processo de inserção do sujeito no mundo da cultura e de que ambas são recíprocas e complementares por constituírem-se e desenvolverem-se na relação do homem com o mundo, não é demais deixarmos clara nossa intencionalidade em propiciar o desenvolvimento de um complexo de atividades pedagógicas capazes de transformar os sujeitos do conhecimento, inferindo qualitativamente nos seus processos de aprendizagem.

Insistimos, assim, na aposta de uma visão de educação que retome a sua significação de instrumento de transformação dos sujeitos, o que demanda a construção de um conjunto de meios e recursos que orientarão o processo de aprendizagem. Esse conjunto de definições sobre fins, objetivos, meios relativos ao processo pedagógico é que se pode denominar currículo.

O currículo expressa o projeto pedagógico da escola. Refletir a relação entre o currículo e projeto pedagógico implica colocarmo-nos na posição de constantes questionadores das diferentes ações que se desenvolvem no cotidiano da escola e do papel que cada profissional desempenha. Um projeto pedagógico é algo mais complexo do que simplesmente um projeto de ensino de determinadas matérias com seus conteúdos específicos. É um projeto de educação e, portanto, algo a ser construído, a partir das demandas e necessidades sociais, cognitivas, culturais, éticas, estéticas, políticas e econômicas, com vistas à formação de novas gerações.

Assim compreendido, o Projeto Pedagógico terá lugar privilegiado no contexto da coletividade escolar do Colégio SANTA BÁRBARA. Consequentemente, deve ser objeto de aprofundamento, o que será conseguido através da própria prática pedagógica alicerçada pelos princípios norteadores da organização escolar apresentados nos itens a seguir.

 

Objetivos Gerais
I-    Contribuir para firmar na escola uma tradição de trabalho coletivo, onde o conhecimento produzido seja discutido, construído e reconstruído, propiciador do fortalecimento de uma identidade institucional e capaz de deixar na história de vida de seus alunos marcas significativas, vinculadas ao prazer de aprendizagem e da convivência positiva.
II-    Propiciar o compromisso de todos os profissionais da escola com a concepção de educação que privilegia a aquisição dos conhecimentos da ciência e da tecnologia, bem como o desenvolvimento de habilidades para operá-los, revê-los, transformá-los e redirecioná-los à sociedade por meio de atitudes sociais de cooperação, solidariedade e compromisso ético.

Objetivos Específicos
I-   Esforços para inserir o tempo da escola num tempo cultural e humanizador, que valorize não apenas o domínio das habilidades cognitivas, mas também o conjunto de outras habilidades humanas: sensibilidade, comunicação, simbolismo, autonomia, memorização, corporiedade na apropriação e construção dos saberes e valores culturais.
II-   Fomentar a reflexão coletiva e o aprofundamento teórico sobre a produção do conhecimento, em suas diferentes áreas, propiciando nos professores a compreensão de seu papel como mediadores do processo de aprendizagem e ampliando sua competência didático-pedagógica.
III-   Promover discussões e reflexões sobre a importância de se implementarem princípios e práticas interdisciplinares entre as várias áreas do saber, bem como o reconhecimento da necessidade social de superação das clausulas disciplinares.
IV-  Desenvolver uma concepção dinâmica e justa de avaliação escolar em que a ação de avaliar se caracterize como um processo capaz de compreender e promover, a cada momento, o potencial de aprendizagem do aluno em seus vários estágios cognitivos e em suas diferenças.
V-   Promover intercâmbios com instituições e pessoas de reconhecida competência no trato dos assuntos incluídos como de interesse para a melhoria da prática pedagógica, com base na concepção assumida.
VI-  Sistematizar e atender as demandas expressas e latentes da comunidade escolar relacionadas com as funções a que a escola se propõe.

 

1) DOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA ESCOLA

- Criar condições para que todos os alunos desenvolvam suas capacidades e aprendam os conteúdos necessários para construir instrumentos de compreensão da realidade e de participação em relações sociais, políticas e culturais diversificadas e cada vez mais amplas;

- Desenvolver as capacidades, como as de relação interpessoal, as cognitivas, as afetivas, as físicas, as éticas, as estéticas, através do processo de construção e reconstrução de conhecimento;

- Formar cidadãos capazes de interferir criticamente na realidade para transformá-la, e não apenas formá-los para que se integrem ao mercado de trabalho;

- Proporcionar ao educando uma aprendizagem qualitativa para que o mesmo possa obter sucesso como pessoa e como profissional na continuidade de sua escolaridade;

- Habilitar o educando para a construção de um mundo cada vez mais humano e mais justo, pelo exercício livre e responsável de sua cidadania;

- Promover a integração escola-família-comunidade.

 

2) PROPOSTAS DE TRABALHO A SEREM IMPLEMENTADAS A LONGO E MÉDIO PRAZO

- Envolver professores em projetos diferenciados, visando a integração dos alunos e da comunidade e do próprio professor como agente do processo educacional, construindo um clima de camaradagem e participação em prol do bem comum;

- Considerar as experiências, vivências, interesses, potencialidades e dificuldades dos alunos nos projetos diferenciados;

- Desenvolver a criatividade e a estética da sensibilidade dos alunos, estimulando o espírito inventivo, a afetividade e a liberdade de expressão;

- Desenvolver e estimular a interdisciplinaridade nas suas mais variadas formas através de projetos com o maior número possível de docentes envolvidos;

- Desenvolver a solidariedade através de campanhas comunitárias;

- Desenvolver e acompanhar a recuperação contínua e paralela no decorrer dos bimestres;

- Participação contínua e conjunta de professores nas HTPC’s sob a orientação de coordenadores.

 

3) AÇÕES A SEREM DESENCADEADAS

- Oferecer suportes materiais, intelectuais e emocionais, tais como tempo e forma de realização das atividades, organização dos grupos, materiais a serem utilizados, resolução de conflitos físicos, estabelecendo etapas para a realização das atividades;

- Dar atenção a diversidade dos conteúdos e concentrar em medidas que levem em conta não as capacidades intelectuais e os conhecimentos de que dispõe o aluno, mas também seus interesses e motivações;

- Criar um clima favorável para que os alunos possam trabalhar em grupo de maneira cooperativa, favorecendo o respeito e assegurando a participação de todos;

- Despertar o aluno à motivação, ao interesse e envolve-lo na aprendizagem estabelecendo relações entre o que já sabe e o que está aprendendo;

- Definir claramente a atividade, organizando os grupos, disponibilizando os materiais adequados, definindo os períodos de execução previstos;

- Investir sistematicamente em mobílias adequadas, equipamentos, construção de ambientes, programando aulas-passeio, que viabilizem a aprendizagem;

- Oferecer materiais diversificados como: jornais, revistas, folhetos, propagandas, computadores, calculadoras, filmes, além dos livros didáticos;

- Propiciar situações para que o aluno possa aprender a dialogar, a ouvir o outro e ajudá-lo, a pedir ajuda, aproveitar críticas, explicar um ponto de vista, coordenar ações para obter sucesso em uma tarefa conjunta;

- Organizar o horário escolar (tempo), cabendo ao aluno o planejamento e execução das atividades;

- Manter os alunos informados, atualizados com o que acontece no mundo, estabelecendo um vínculo entre o que é aprendido na escola e o conhecimento extra-escolar;

- Dar oportunidade para que o aluno se sinta útil na aplicação de um projeto, dentro das suas habilidades e aptidões;

- Promover campanhas comunitárias, feiras e mostras de atividades, campeonatos, gincanas, maratonas;

- Praticar com os alunos ações que ajudem a melhorar a sociedade, tais como: Preservação do Meio Ambiente, Respeito, Solidariedade, Justiça, Direitos e Deveres, Normas de Convivência.

 

III – CURSOS MANTIDOS NAS TRÊS UNIDADES

O Colégio SANTA BÁRBARA estabelece algumas regras necessárias à organização e disciplina necessária a qualidade no processo ensino-aprendizagem.

 

1) O atendimento dos alunos nas três unidades será oferecido na seguinte conformidade:

· UNIDADE I

EDUCAÇÃO INFANTIL

CRECHE

- Maternal I - 2 anos

- Maternal II - 3 anos

EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

- Jardim I - 4 anos

- Jardim II - 5 anos

· UNIDADE II – Turnos manhã e tarde

- Ensino Fundamental – de 1ª a 7ª série

· UNIDADE III

- Ensino Fundamental – 8ª série

- Ensino Médio – 1ª a 3ª séries

 

IV- AVALIAÇÃO INTERNA E EXTERNA

A avaliação da Escola, no que concerne a sua estrutura, organização, funcionamento e impacto sobre a situação do ensino e aprendizagem, constitui um dos elementos para a reflexão e transformação da prática escolar e terá como princípio o aprimoramento da qualidade de ensino.

A avaliação interna, processo a ser organizado pela Escola e a avaliação externa, pelos órgãos locais e centrais da administração, serão subsidiados por procedimentos de observações e registros contínuos e terão por objetivo permitir o acompanhamento:

I – sistemático e contínuo do processo de ensino e de aprendizagem, de acordo com os objetivos e metas propostos;

II – do desempenho da direção, dos professores, dos alunos e dos demais funcionários nos diferentes momentos do processo educacional;

III – da participação efetiva da comunidade escolar nas mais diversas atividades propostas pela escola;

IV – da execução do planejamento curricular.

 

Da Avaliação Institucional

A avaliação institucional será realizada através de procedimentos internose externos, objetivando a análise, orientação, quando for o caso, dos procedimentos pedagógicos, administrativos e financeiros da Escola.

São objetivos da avaliação interna:

I – diagnosticar e registrar os progressos do aluno e suas dificuldades;

II – possibilitar que o aluno auto-avalie sua aprendizagem;

III – oferecer subsídios aos projetos de recuperação da aprendizagem;

IV – realizar avaliação da Escola em seus aspectos administrativos, pedagógicos e financeiros, durante as reuniões de Conselho de Classe e Série;

V – avaliar o processo ensino aprendizagem.

Os procedimentos norteadores da avaliação interna serão:

I – levantamento da situação e/ou problema;

II – estabelecimento de propostas de solução;

III – tomada conjunta de decisões, obedecendo as diretrizes constantes na legislação em vigor.

A avaliação externa será realizada pelos diferentes níveis da administração, de forma contínua e sistemática e em momentos específicos.

A avaliação externa do rendimento escolar, a ser implementada pela administração, tem por objetivo oferecer indicadores comparativos de desempenho para a tomada de decisões no âmbito da própria Escola e nas diferentes esferas do sistema central e local.

A síntese dos resultados das diferentes avaliações institucionais será consubstanciada em relatórios a serem apreciados pela equipe pedagógica da Escola e anexado ao Plano de Gestão Escolar, norteando os momentos de planejamento e replanejamento da Escola.

V – Vida Escolar

TEMA

FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

Matrícula

Artigo 103

Classificação e Reclassificação

Artigos 104 a 108

Avaliação de Competência e Promoção

Artigos 27 a 38

Freqüência

Artigos 110 a 113

Aproveitamento de Estudos

Artigos 115 e 116

Progressão Parcial de Estudos

Artigo 114

Retenção

Artigo 38

Recuperação

Artigo 39

Expedição de Documentos

Artigo 117

Equivalência de Estudos

Artigo 109

 

VI–CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nossa escola vem conquistando uma clientela de pais e alunos que se preocupam com o sistema de ensino, normas de convivência, corpo docente, estrutura física e crescimento da escola. Considerando essa exigência, temos nos aperfeiçoado constantemente, buscando novas metodologias e modernizando nossas instalações.

Anualmente oferecemos aos nossos alunos novos materiais e equipamentos, necessários ao dia-a-dia de trabalho e mantemos em perfeitas condições nossas instalações físicas, reformando, ampliando e pintando as dependências da escola.

Somos exigentes quanto à disciplina dos alunos e postura dos professores, mantendo um ambiente tranqüilo e agradável, prevalecendo assim, o respeito mútuo.

Estamos atentos às mudanças e procuramos inovar a todo instante, para melhor atender nossos alunos.